Discos

Alojamento

 

Discos sólidos

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Neste momento existem discos em forma de porta-chaves ou caneta que permitem transportar até 32 Gb. Podem-se ligar à qualquer computador desde que tenha uma porta USB.

Os discos sólidos mas são compostos por circuitos integrados e são rápidos, pequenos e caros. São usados em portáteis e em máquinas fotográficas digitais. Não têm partes móveis

As memórias sólidas existem em diversas versões. Sendo que as primeiras 4 estão na imagem:

  • Compact flash
  • Memory Stick
  • Secure Digital
  • XD-Picture Card
  • Smartmedia
  • Multimedia
  • Microdrive
  • Compact Disk
  • XD-Picture Card

Os leitores deste tipo de memórias tomam o lugar das antigas disquetes.

Uma vantagem é que estes cartões servem por exemplo, em máquinas fotográficas digitais e deste modo podem-se passar facilmente para o computador. Existem vários equipamentos desde telemóveis a máquinas fotográficas, a câmaras de vídeo e Palm’s que podem usar este tipo de memórias.

Discos e disquetes

Para guardar os programas e os trabalhos realizados, utilizam-se vários tipos de suporte de armazenamento sendo todos eles constituidos por um elemento de leitura / escrita e por um controlador:

  • Discos magnéticos
  • CDs e DVDs
  • Disquetes

O custo de armazenamento de informação nestes tipos de suporte é menor que o custo armazenamento em papel e permite maior facilidade de acesso, transporte e redução do espaço fisíco necessário.

Discos magnéticos

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O disco magnético, também conhecido por “disco duro” ou “disco rígido”, é onde se instala a maior parte dos programas e onde se armazena todo o tipo de informação e trabalhos elaborados.

Os principais parâmetros para avaliar os diferentes discos são:

  • Velocidade de transferência de dados – 20 a 150 megabyte por segundo
  • Tempo médio de acesso (a um ficheiro) – 3 a 12 milisegundos
  • Capacidade – 160 a 3000 gigabytes (2010)

A tendência é que a capacidade dos discos seja cada vez maior sem aumentarem de tamanho físico, com maiores velocidade de transferência e menores tempos de acesso.

O disco é composto internamente por um ou mais pratos, que rodam a velocidades muito elevadas (5 400 rpm, 7 200 rpm, 10 000 rpm e 15 000 rpm), e por braços com cabeças de leitura e escrita que se movimenta a uma distância muito reduzida da superfície magnética dos pratos em rotação. A transferência de informação é gerida pelo controlador.

Regra geral, a capacidade de armazenamento dos discos tem duplicado a cada 18 meses mantendo-se o seu preço. Normalmente existe uma capacidade mínima à venda e a melhor relação preço/espaço está em discos com 2 ou 3 vezes essas capacidade.

Existem adaptadores que permitem acrescentar e retirar discos, normais, directamente no computador sem ter que abrir a sua caixa. Existem também caixas para colocar discos que se podem ligar à porta paralela, USB, Sata ou firewire e serem usados para transporte de informação de um local para outro. As ligações SATA são actualmente as mais rápidas e difundidas para computadores normais.

Podem-se usar controladores especiais do tipo RAID os quais permitem ao usar vários discos ter redundância dos dados ou ter velocidades de acesso e de transferência superiores.

Os discos SCSI, IDE ou SATA no máximo conseguem garantir taxas de transferência na casa dos 120 megabytes por segundo. No entanto juntando vários discos consegue-se alcançar o limite destas ligações.

O controlador é feito para um tipo de barramento e os mais divulgados são:

  • EIDE     Permite ligar até 4 periféricos IDE ou EIDE. A velocidade normal actual é de 100 megabytes por segundo e existe a 133. Houve versões de 33 e 66 megabytes por segundo.
  • SCSI     Permite ligar até 7 periféricos e permite a comunicação directa entre eles. Tem versões que permitem velocidades de 80, 160 e 320 megabytes por minuto. É mais caro.
  • SATA    Permite uma velocidade de 150 megabtes por segundo, permite efectuar a ligação de discos com o computador ligado e os cabos de ligação parecem-se com um fio grosso em vez de fitas.
  • SATA II  Permite uma velocidade de 300 megabytes por segundo
  • SATA III Permite uma velocidade até 600 megabytes por segundo
  • SAN     Sistema usado a nível de servidores que permite conjungar discos SCSI e discos SATA

SSD – Solid State Disks

Os discos de estado sólido são uma evolução das memórias flash. Tipicamente apresentam preços muito superiores aos discos normais. Como não têm partes móveis o acesso à informação é quase instantâneo apresentando tempos médios de acesso de de 0,1 ms.

Em sistemas com muitos utilizadores ou em bases de dados este tipo de discos pode apresentar desempenhos 10 a 20x superiores a discos normais. Neste tipo de aplicações é habitual ter que aceder, por exemplo, a 1000 ficheiros diferentes e, nesse caso,  o acesso com estes discos demora 0,1 s e com discos SCSI 15 000 rpm demora 3 segundos

Existem modelos que sozinhos tem um desempenho superior a uma array de discos conseguindo velocidades de transferência acima de 500 mb/s. Para tirar partido da velocidade máxima é necessário ter ligação SATA III ou usar SSD com ligação PCI.

As gerações anteriores de SSD tem custos aproximados aos discos mais recentes e apresentam desempenho bastante inferior.

O arranque do sistema operativo e o carregamento de programas pode facilmente passar para metade ou mesmo menos quando se passa a usar discos SSD pelo que nalguns casos é a forma de extender a vida de um equipamento mais antigo.

A durabilidade de alguns modelos ainda não é muito elevada e o normalmente o seu custo é equivalente a um sistema de discos com 10x a sua capacidade.

Para portáteis existem discos híbridos com uma parte SSD e outra parte disco.

CD – ROM, CD – RW, DVD, DVD-RAM, DVD-RW, BlueRay

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Todos estes equipamentos são baseados em tecnologia óptica e são actualmente a forma habitual de transportar informação.

Os leitores de CD-ROM estão a ficar obsoletos sendo o leitor de DVD o seu substituto natural. Estes equipamentos são baratos mas não permitem gravar informação. Um CD pode ter 700 megabytes o que equivale a cerca de 400 disquetes mas custa o mesmo que 1 disquete. Um DVD equivale a 7 CD’s e custa o dobro. Em termos de preço fica cerca de um terço do mesmo espaço em disco.

O acesso à informação é feito a uma velocidade semelhante aos discos rígidos.A indicação de 52x indica que o leitor de CDs consegue ler a informação até 52x mais depressa que um leitor de CDs de musica. Num DVD a indicação 16x indica que consegue ler a informação 16x mais rápida que um leitor de DVDs de sala.

Os gravadores de CD-ROM, CD-RW, são pouco mais caros que os leitores (2006). A maior parte dos gravadores actuais permite gravar uma vez CD-R’s e regravar até 1000 vezes CD-RW (que são mais caros). Estes aparelhos são mais lentos a gravar do que a ler tendo os mais caros velocidades mais altas. Uma cópia integral de um CD num gravador 52x demora cerca de 2,5 minutos. Os gravadores deverão continuar a inundar o mercado já existindo máquinas fotográficas com eles.

Existem gravadores de CD-RW que também funcionam como leitores de DVD.

Os gravadores de DVD gravam 4,7 gigabytes por lado e alguns gravam já nos 2 lados. Os mais rápidos gravam a 20x a velocidade normal de exibição de um filme num DVD que por si é mais rápida 7x que um CD.

Os DVD DL (Double Layer) gravam-se nos dois lados tendo assim o dobro da capacidade.

Existem ainda outros tipos de discos ópticos e magneto ópticos mas a evolução dos discos rígidos e dos gravadores de CDs e DVDs tem reduzido a sua importância.

Neste momento começam a aparecer os leitores Blue Ray e HD DVD os quais se caracterizam por capacidades de até 50 gb e de 30 gb por disco mas tanto os leitores como os gravadores ainda estão caros (2007). Os leitores Blue Ray estão incluidos na Play Station 3 e os HD DVD na XBox 360.

Chaves USB

A grande maioria dos computadores pessoais tinha um leitor de disquetes mas que entretanto está obsoleto.

As chaves USB permitem tranpostar gigabytes de informação no bolso da camisa ou das calças. As novas Pen com ligação em USB 3 apresentam velocidades bastante mais alta na transferência de dados pelo que se tiver que passar muitos gigabytes procure pen’s já com ligação USB 3.

Programas remotos

Com as ligações à internet mais rápidas vários serviços permitem guardar os seus dados na nuvem e sincronizar os dados entre vários computadores e dispositivos. Nalguns casos é possível instalar aplicações portáteis estando estas assim configuradas em qualquer computador a que se aceda.

Habitualmente oferecem algum espaço gratuito e cobram por espaços maiores.

Exemplos desses programas são o DropBox, o ZumoDrive mas existem outros.

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